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Força Aérea

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Passados 3 meses desde o lançamento do filme (12 de Julho de 2017), creio que todos os nossos leitores provavelmente já assistiram este nostálgico filme de guerra.

O filme possui 3 roteiros separados ocorrendo ao mesmo tempo, são eles:

  1. Os pilotos
  2. Os soldados no píer/praia
  3. Os marinheiros

As 3 extremamente confusas de se seguir. Isto provavelmente deu-se devido a nenhuma delas compartilharem a mesma linha do tempo. O roteiro dos pilotos se passa em torno de uma hora, no mar, um dia, e a evacuação dos soldados leva uma semana, e mesmo assim o filme vai e volta entre as 3 linhas históricas. No geral, o filme acontece num ritmo bem lento comparado aos filmes de guerra lançados ultimamente. Por exemplo, o filme Até o Último Homem (Hacksaw Ridge), a ação acontece a todo o tempo, são batalhas e batalhas o tempo todo. Dunkirk comparativamente, possui poucas cenas de alta ação. O filme possui apenas 1:47 minutos de duração, mas cria a falsa sensação de ter 3 horas. Uma das melhores partes do filme sem dúvida é a trilha sonora, é realmente incrível e consegue capturar o universo deste ambiente nostálgico durante a evacuação em Dunkirk, em 1940.

Já no contexto histórico…

Contexto histórico fidedigno

1: Os britânicos e os franceses e suas pequenas rusgas durante o filme: Existe uma cena no filme que mostra os soldados britânicos empurrando os soldados franceses para fora do píer dizendo “Apenas ingleses!” somando-se isso a uma boa quantidade de palavrões.  Acredite ou não, esta parte é historicamente bem precisa. Todos creem que os franceses e ingleses, por serem aliados, “gostavam” uns dos outros. Na verdade não. Eles realmente não davam a mínima uns para os outros na Primeira Guerra Mundial, e muito menos na Segunda Guerra Mundial. Foram aliados apenas por necessidade, e ainda assim existiam pequenas rixas por parte da população francesa no intuito de declarar guerra aos ingleses, especialmente depois da Batalha de Mers El Kebir (1940). As rusgas entre ingleses e franceses (e belgas) remontam desde muito tempo quando ainda faziam parte dos domínios da Roma Antiga.

2: As embarcações civis: Dunkirk é frequentemente romantizada com a presença de ingleses e seus pequenos barcos arriscando suas vidas parar ir até Dunkirk. Na realidade, os militares confiscaram os pequenos barcos e barcaças, quase sempre contra a vontade de seus donos, e os utilizaram para a evacuação. Provavelmente existiram barcos civis rumo à Dunkirk, porém, principalmente guiados por militares. O filme, relativamente, fez um bom trabalho colocando este detalhe no roteiro.  No início do filme é possível notar a presença de militares descendo escadarias das docas e confiscando barcos, os personagens principais do roteiro dos marinheiros são civis que encontram uma maneira de partir antes de que os militares os alcancem. No entanto, quando estes pequenos barcos são mostrados novamente no final do filme, a grande maioria deles está sendo guiada por civis, então, creio que o próprio roteiro se desconstrói no final.

Heinkel 111 espanhol utilizado nas filmagens

3: Os junkers e os Heinkels: Os produtores realmente usaram aviões reais onde conseguiram,  mas em alguns casos tiveram de usar CGI de qualquer maneira. Como descobrimos? Existe apenas um Heinkel 111 com capacidade de levantar voo no mundo, e foi construído por uma empresa espanhola após o término da guerra e carregava motores ingleses. Todos os modelos Heinkel usados no filme tinham os motores alemães originais, sendo assim, era fácil descobrir pelo fato que não há aeronaves como esta utilizando motores alemães com capacidade de voar atualmente. O mesmo vale para os bombardeiros de mergulho modelo Junker 87, também criados por CGI. De qualquer maneira, eles pareciam altamente realistas e a única maneira de constatar que eram realmente computação gráfica é o fato de que atualmente também não existem exemplares ou réplicas destes aviões em condições de voo atualmente. É importante citar que a sirene reproduzida no filme realmente é bem fiel ao contexto histórico.

4: As batalhas aéreas: Se compararmos o filme Pearl Harbor e Red Tails, as cenas de batalha aérea ocorriam em alta velocidade e muitos aviões eram abatidos, e por outro lado, a grande maioria dos takes no cockpit e acompanhados mostravam cenas de alta velocidade com muitas curvas e manobras fechadas. Dunkirk definitivamente não tem estas características. Historicamente, batalhas aéreas foram muito lentas e tediosas, pois os pilotos tinham que alinhar o seus disparos apenas à direita, conservar munições, ter total destreza para permanecer com afinco na cauda do inimigo, etc… Os roteiristas de Dunkirk fizeram um ótimo trabalho mostrando a verdadeira face do combate aéreo ao imprimir o quão tediosas elas eram durante a Segunda Guerra Mundial. Sem dúvida, Dunkirk recriou as batalhas aéreas com muita precisão histórica, talvez mais do que qualquer filme de guerra jamais fez. Não ficaram como estes blockbusters cheios de nuvens de aeronaves se explodindo e milhares de pedaços à todo instante.

Contexto histórico impreciso

1: Messerschmitt ME-109: Os ME-109 mostrados no filme estavam hilariamente  fora de qualquer proximidade dos verdadeiros aviões alemães. Primeiramente, aviões completamente mal reproduzidos para o filme ao invés de recriar um CGI mais fidedigno historicamente (pelo menos para takes de close-up, mais próximos). Eu comparo estes aviões com os Panzerkampfwagen VI Tiger (Tiger I) usados em filmes, onde normalmente todos eles são chassis de outros blindados com um “disfarce” de Tiger I jogado em cima da carcaça, como na torre e etc… Foi isto que vimos nos ME-109 usados neste filme. Eles estavam ok se considerarmos a vista do cockpit para trás, mas ao notar a área do motor era fácil de constatar que na verdade eram Hispano Buchons “fantasiados” de ME-109. Além disso, todo 109 mostrado no filme tinha a ponta do nariz pintado de amarelo. Na realidade, os alemães começaram a usar estar pintura aproximadamente a apenas um mês depois da evacuação de Dunkirk.  No entanto, Nolan, ao menos admitiu sua falha ao dizer que preferia a pintura amarela pelo fato de que a audiência que não era tão informada sobre estes fatores técnicos poderiam distinguir melhor os aviões alemães dos aviões ingleses.

2:  Os Spitfires: É claro que as estrelas do filme eram os Spitfire, de fato, além de uma cena passageira onde pode-se ver um Bristol Blenheim, o Spitfire é o único avião inglês mostrado no filme. Haviam Spitfires durante a Batalha de Dunkirk, mas muito poucos. O Hurricane era o caça principal usado pelos ingleses durante a batalha, e simplesmente não havia nenhum deles no filme. Os ingleses sofreram perdas significantes durante Dunkirk e, eles mantiveram seus seus melhores navios e aviões em solo inglês em caso de uma invasão alemã. De qualquer maneira, ninguém quer ver Hurricanes no cinema, queremos mesmo são os Spitfires.

3: A Royal Navy: Dunkirk retratou bem o esforço da Força Aérea Real e a bravura dos soldados ingleses, mas deixou muito a desejar com a Marinha Real. Quase todo navio de guerra no filme foi afundado. Para completar, nenhum dos navios chega a abrir fogo para defenderem a si mesmos, os aviões aliados, ou os homens na praia. Eles apenas ficaram ali esperando para serem afundados. Novamente, o filme faz parecer que os pequenos barcos são os verdadeiros heróis, onde na realidade, estas pequenas barcaças foram responsáveis por apenas 3% do total de evacuados.

4: As metralhadoras do Heinkel 111: Houveram várias cenas no filme onde Spitfires atacam Heinkel 111 e claro, os artilheiros do avião alemão dispararam em sua defesa. Mas o grande erro foram os efeitos sonoros, as metralhadoras de 7.92mm tinham som de canhões de 30mm. Os Spitfires, no entanto, vieram com um trabalho de áudio mais que perfeito em seus motores e armas. Talvez Nolan tenha tido intuito de criar um efeito mais amedrontador com as armas do Heinkel soando mais alto e mais mortais.

 

Curiosidades:

1: As embarcações civis: Um grande número dos barcos sobreviventes à evacuação de Dunkirk em 1940 foram usados no filme. Barcos que realmente estiveram lá. Eles são mantidos e reformados por uma associação de donos de barcos utilizados na evacuação.

 

Uma das maiores preocupações das tropas britânicas durante o combate contra a resistência alemã não foi a bomba V-1, que ameaçava os soldados e até mesmo suas famílias, nem o constante fracasso em capturar o porto de Cherbourg. A maior preocupação deles, acreditem, era a falta de cerveja!

No dia 20 de junho de 1944, duas semanas depois do Dia D, um correspondente especial da Reuters, na França, escreveu para os jornais no Reino Unido que tudo o que estava disponível nas tabernas recém-liberadas, a algumas milhas para o interior das praias, era uma cidra local. Aquela notícia entristeceu todos que estavam ali. Era possível ver os britânicos encomendando uma garrafa de cidra de uma forma bem melancólica.

Graças a todos os soldados, no dia 12 de julho daquele mesmo ano, a Royal British Beer chegou oficialmente até as tropas que lutavam na Normandia, e mesmo assim, a quantidade foi suficiente para apenas um litro por pessoa – o que não era nada! Muito antes disso, algumas tropas se empenharam a usar pilotos da RAF e USAAF para transportar cerveja para o Norte da França.

Pelas tropas, essas aeronaves receberam o apelido de “pubs voadores”. Para se entender a grande importância para a guerra que tal bebida possui, os militares desenvolveram rolhas especiais para as garrafas que seriam entregues aos soldados, evitando que o produto fosse perdido. Ainda foi emitida uma nota, pedindo que evitassem perder as tampas das garrafas, já que isso impactaria o fornecimento rápido por parte dos fornecedores.

pubs voadores“Um país não pode ser um país de verdade se não tiver, ao menos, uma cerveja e uma empresa aérea. Ajuda se tiver armas nucleares, mas o mais importante é a cerveja.”. E realmente, essa frase é exatamente o que os militares da RAF e USAF passaram naquele momento, ainda mais por conta do transporte ser tão imprevisível.As primeiras tentativas para levar cerveja sobre o Canal da Mancha, depois do Dia D, foram feitas com aeronaves como o Spitfire e Typhoon, com os tanques totalmente cheios e ainda com tanques extras, para que atingissem grandes distâncias correr o risco de perder a carga que transportavam.

Esses esforços parecem ter sidos semi-oficiais. O Ministério da Aeronáutica distribuiu uma fotografia aos jornais, que mostrava um Spitfire norueguês do Esquadrão Tangmere em um aeródromo em Sussex. Enquanto o piloto relaxava sobre a asa, o Spitfire estava equipado com um recipiente adaptado, enquanto dois tonéis de madeira com capacidade para 45 litros cada enchiam o recipiente, fornecido pela Chichester.

Pubs voadoresNo total, foram 270 litros de cerveja fornecidos naquele recipiente de forma aerodinâmica, transportados sob três Spitfire Mk IXbs de Tangmere para um aeródromo em Bény-Sur-Mer, na Normandia, cerca de 110 km ao sul da Inglaterra e a três quilômetros do mar.

Durante essas missões, no dia 17 de junho de 1944 – quatro dias após o desembarque em Berryman, e onze dias após ter começado a invasão – um Spitfire do 416º esquadrão da Royal Canadian Air Force sobrevoou a Inglaterra, indo para um aeródromo construído recentemente em Bazenville. Lá, ele “presenteou” os infantes ingleses ao soltar um barril cheio de cerveja, que estava pendurado sob sua fuselagem. Mesmo com o tanque lavado a vapor, para o azar de todos, a cerveja tinha sabor de combustível de avião.
Pubs voadores
Esses transportes se mostraram eficientes, mas problemáticos para as cervejas dentro dos tanques adaptados. Em uma tentativa com um Typhoon de atravessar o Canal da Mancha com dois tanques sob as asas, após depositar o produto, o pessoal da RAF, ansioso por beber tal cerveja que chegaria, percebeu outro problema: as cervejas estavam com um sabor metálico, estragando novamente a bebida.

Os americanos, pelo contrário, para que não tivessem toda a cerveja perdida, sobrevoaram o Canal a 15.000 pés ou mais, utilizando fibra de papel vulcanizado dentro dos tanques. Os P-47 transportavam as cervejas geladas até em estado de congelamento, mas em perfeitas condições, mostrando não ser improvável um transporte sem estragar a cerveja. Essa técnica pode ter sido tirada a partir dos navios da Marinha dos EUA.

Além dos problemas da perda de toda a cerveja, ou alterações no sabor com os tanques adaptados para o transporte, outro problema ainda maior estava ocorrendo durante os transportes “emergentes” para as tropas no Canal da Mancha, e também para outras bases mais afastadas pelo continente.

Os Typhoon eram facilmente confundidos com os Focke-Wulf Fw 190 alemães, por parte dos pilotos inexperientes. Com isso, durante as entregas realizadas com os Typhoon, estes eram atacados pelos pilotos mais inexperientes, equipados com o P-47. Às vezes, ocorriam até dois ataques no mesmo dia, forçando os pilotos britânicos a abandonarem os tanques carregados no Canal.

Segundo o comandante das tropas britânicas, cerveja custava muito dinheiro a eles, e os dois primeiros ataques no mesmo dia custaram muito caro. Os voos tiveram que ser interrompidos subitamente. Os poucos que ainda eram feitos não continham mais cerveja pura. Eram misturados com champagne e outras coisas que barateassem os custos. A tropa tinha que gostar dessa bebida.

Uma das cartas e relatos resgatados da Segunda Guerra dizia: “A utilização de tanques de combustível auxiliares, acoplados à parte inferior dos aviões de combate na Segunda Guerra Mundial para aumentar sua autonomia, foi muito utilizada na invasão da Normandia em 1944.

Equipes terrestres britânicas corriam pela pista de pouso em meio à poeira e o calor da província francesa, o que deixava todos com sede. A queixa de todos com relação à sede pode ter sido ouvida. Typhoons vindos da Inglaterra, a caminho dos alvos alemães, realizavam um pouso não previsto para a retirada de seus tanques de combustível extras, cheios de cerveja.

Os primeiros tanques chegavam com um sabor horrível, por causa dos revestimentos internos. Antes da segunda viagem, os tanques foram tratados quimicamente, e a bebida foi recolocada de uma forma mais sofisticada, tornando a cerveja bem mais consumível, mesmo que com um leve sabor ruim.”

Pubs voadoresOutro método utilizado pela RAF para aliviar os sabores estranhos, que afetavam a cerveja, eram barris. A aeronave utilizada foi o Spitfire Mk IXs, que equipava as unidades de caças-bombardeiros. No lugar das bombas, barris de cervejas ficavam presos sob as asas.

Os pilotos desse esquadrão afirmaram ter criado uma nova ideia, as “bombas de cerveja”, usando barris caseiros em forma de cone, mas feitos da forma mais simples possível. No dia 03 de agosto de 1944, um Spitfire voou da Inglaterra para o aeródromo de Plamentot, perto de Caen, e começou um “bombardeio de cerveja”.

Pubs voadoresA missão foi feita em benefício da humanidade com sede. Como os barris eram simples, isso implicava na sua integridade durante a entrega, que era basicamente um bombardeio de forma bem “cuidadosa”. Para os militares que estavam no aeródromo de Plumentot, nunca bombas haviam sido tão bem-vindas.

Em novembro de 1944, o governo britânico decidiu que o fornecimento de cerveja para as tropas no exterior deveria ser igual a cinco por cento da produção total nacional. Ou seja, todas as cervejas mais fortes em exportação, todas as cervejas que poderiam ser pasteurizadas, deveriam ser colocadas nas mãos dos serviços de restauração das forças de infantaria.

Algumas das fabricantes de cervejas culparam a falta de mão de obra suficiente. Diziam que as mulheres trabalhadoras, que tinham substituído os homens convocados para as forças, haviam sido evacuadas com os seus filhos, por conta do aumento das ameaças das bombas alemãs V1 e V2.

Em alguns pubs, houve uma espécie de surto de “pânico potável”. Os clientes bebiam suas cervejas e gritavam, com medo de que os suprimentos dos bares acabassem por causa dos militares. Ao mesmo tempo, em alguns distritos, era comercializada cerveja de baixa qualidade. As melhores foram destinadas para as tropas.

A Segunda Guerra trouxe diversos problemas no fornecimento de cervejas para a população britânica, prejudicando algumas pousadas que não eram mais capazes de comercializar a bebida para seus clientes. Em troca disso, xícaras de chá foram colocadas no lugar das cervejas, algo muito desanimador para qualquer hóspede!

Fonte: Canal Piloto

 

 

 

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Imagine voar num planador DFS SG 38 Schulgleiter, e acrescente a isso a bela paisagem de Baden-Württemberg, na Alemanha, num dia de clima perfeito.
O Schulgleiter é um planador extremamente raro construído em 1938 para o Nationalsozialistiches Fliegerkorps (NSFK – Corpo Aéreo Nacional-Socialista), uma organização paramilitar do Terceiro Reich. 10 mil exemplares foram fabricados e muitos pilotos que aprenderam a voar nele se tornaram pilotos da Luftwaffe.
Quando a Alemanha criou oficialmente a Luftwaffe em 1935, muitos membros do NSFK foram transferidos para lá. Como todos os membros do NSFK eram também membros do Partido Nazista, isso deu à nova Luftwaffe uma forte base ideológica em comparação às outras forças militares alemãs, que eram compostas por oficiais da “velha guarda”, provenientes da antiga aristocracia.
Coloque em tela cheia com alta resolução e aprecie:

O SG 38 foi desenhado para uso em treinamentos de nível básico. Muitos dos ases da Luftwaffe começaram neste pequeno planador para mais tarde sentarem nos cockpits das mais distintas aeronaves da força aérea alemã. O lançamento/decolagem mais comum era por cabos à partir de uma colina. Devido ao planador ser manuseado apenas por uma pessoa em cada lançamento, ele tinha de ser de fácil manejo e de fácil reparo.

O desenho da asa-alta utilizava uma viga central e cabos para sustento. A estrutura principal do planador era feita em madeira, com a superfície das asas e cauda invertidas em formado de “V” todos revestidos com acabamento parecido de madeira compensada O piloto se senta em um assento simples e aberto, sem quaisquer proteções de fuselagem ou vidros.

A configuração básica era similar aos primeiros planadores da história como o Stamer Lippisch Zögling e o Grunau IX, mas o SG 38 possuía um desenho totalmente novo. Melhorias incluíam uma cauda maior para melhorar a estabilidade, skis montados em amortecedores/molas para absorver impacto e um assento atualizado para o piloto.

Definitivamente uma obra prima da engenharia.

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