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EUA

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Os FW-190A3

Cinquenta dos 72 aviões de guerra desaparecidos há 70 anos atrás foram encontrados enterrados em um antigo aeroporto na cidade de Kayseri, Provícia de Anatólia na Turquia. Os FW-190A3 foram enterrados a mando dos Estados Unidos. Eles desapareceram em 1947 quando os americanos decidiram enviar ajuda militar à Turquia e foram “deletados” do inventário do plano de auxílio.

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Com a chegada da era dos aviões à jato, estes exemplares movidos à turboélice foram esquecidos. Esforços para encontrar os 72 aviões começaram em 2015 e testes com detectores foram conduzidos. As máquinas foram capazes de determinar a localização dos aviões, mas a grande burocracia envolvida impediu que fossem desenterrados imediatamente.

Estes aviões possuíam extrema significância em termos de produção. A cooperação entre Alemanha e Turquia continuou após a Primeira Guerra Mundial e pavimento o caminho para a produção cooperativa conduzida pela empresa Alemã, Junkers. Mais tarde, a primeira fábrica de aeronaves turca foi fundada, produzindo modelos A-20.

Este pacto foi mantido mediante um acordo comercial entre a Alemanha de Hitler e a Turquia em 1941 devido aos esforços do chanceler alemão Franz von Papen. A Turquia vendeu minério bruto (Ferro e Cromo) para a Alemanha, e em troca, adquiriu 72 caças modelo FW-190A3.

Estes aviões, cujas peças foram produzidas na região da Anatolia, foram trazidos em 1943. Fizeram seu primeiro vôo em 10 de julho de 1943, e foram distribuídos à 5 províncias turcas. Um total de 50 aviões foram enviados a Kayseri antes de desaparecerem em 1947.

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De acordo com os novos documentos encontrados, os EUA solicitaram que a Turquia destruísse todos os FW-190A3 para que pudessem os vender seus aviões utilizados durante a Segunda Guerra Mundial. Como resultado de uma longa conversa em Ancara, estes aviões nunca mais foram vistos.

Aeroporto de Kayseri
Aeroporto de Kayseri

Uluhan Hasdal, autoridade que investigava o paradeiro dos aviões por 25 anos, alegou que os EUA ofereceram seus aviões à Turquia sem cobrança na condição de que os caças alemães fossem destruídos.

“Os EUA queriam nos enviar os aviões sem custo. No entanto, havia apenas uma condição; a destruição completa da tecnologia alemã. Aproximadamente 50 aviões foram trazidos ao Aeroporto de Kayseri e deixados de fora do inventário. De acordo com documentos, os aviões foram enterrados em invólucros de tecido cobertos com óleo,” disse Hasdal.

“As autoridades alemãs me disseram que os aviões eram resistentes a corrosão e poderiam voar logo após serem desenterrados.” disse ele.

Fonte: Daily Mail

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As Relações entre Brasil, Estados Unidos e Alemanha, se iniciaram no inicio do século XX, no momento em que a Grã-Bretanha estava perdendo espaço na América.

Nesse período, os Estados Unidos tinham uma política de “América para os Americanos”, onde o Continente Americano seria dos próprios americanos, não havendo com isso a interferência dos países europeus na América.

Pato Donald e Zé Carioca (símbolo da boa relação dos 2 países)
Pato Donald e Zé Carioca (símbolo da boa relação dos 2 países)

A Alemanha olhava para a América como uma nova oportunidade de novos mercados, pois os outros continentes, já estavam dominados pelas “grandes potências”, e a América Latina era ainda um mercado aberto, ainda mais com o declínio da posição britânica no continente.

Com o fim da Primeira Guerra Mundial, a Grã-Bretanha tinha dificuldades em readquirir a força que tinha antes da Grande Guerra na América Latina, assim a Grã-Bretanha aceitou mais facilmente a predominância dos Estados Unidos na região. Em 1930, os norte-americanos, já eram a principal potência política, econômica e em alguns países até cultural no continente.

Num primeiro momento as relações econômicas do Brasil com a Alemanha foram boas, principalmente nos primeiros anos da década de 1930,

As relações do Brasil no governo Vargas, para parte da historiografia brasileira, foram de uma “política de barganha”, e essa imagem, foi mais forte no meados da década de 1930. Nesse período a Alemanha conseguiu um crescimento na participação no comércio exterior do Brasil, sendo um exemplo disso, os Acordos de Compensação de 1934 e 1936, no qual os alemães importavam algodão, café, laranja, couro, tabaco e carne enlatada em grandes quantidades, e o Brasil importava da Alemanha produtos manufaturados.

Participação da Inglaterra e dos Estados Unidos nas Importações do Brasil (1901-1950)
Participação da Inglaterra e dos Estados Unidos nas Importações do Brasil (1901-1950)

Além disso, existia um encanto pela Wermarcht (Forças Armadas da Alemanha) por parte de Eurico Gaspar Dutra (Ministro da Guerra, 1936-1945) e Góes Monteiro (Comandante do Estado-Maior de Exército, 1937-1943), mas em nenhum momento havia simpatia por parte deles em relação à ideologia alemã. Os simpatizantes da Alemanha eram minoria no governo, enquanto os simpatizantes dos Estados Unidos eram maioria, encabeçado por Oswaldo Aranha (Embaixador do Brasil nos EUA, 1934-1937 e Ministro das Relações Exteriores, 1938-1944).

A aproximação com a Alemanha aconteceu devido à sua carência de matérias-primas, que eram necessárias as suas indústrias, e na década de 1930, a situação era difícil, por causa, da crise econômica internacional e do forte controle comercial dos países europeus para com as suas colônias. Assim, a Alemanha e alguns outros países, enxergavam na América uma região dependente do mundo desenvolvido para escoar seus produtos primários.

O grande volume exportado do Brasil para Alemanha fazia parte do excedente comercial feito com os norte-americanos, e os produtos importados da Alemanha para o Brasil, eram produtos que não competiam com os dos Estados Unidos.

As relações do Brasil com a Alemanha foram se tornando mais complicadas com a chegada da guerra, no ano anterior ao inicio da guerra, o Embaixador da Alemanha no Brasil, informa isso em um telegrama ao Ministério das Relações Exteriores, onde ele constata o seguinte,

“É difícil perceber-se por que o Govêrno brasileiro tem levado a efeito nos últimos meses uma campanha contra todos os elementos alemães no Brasil – contra os nacionais alemães e suas organizações, assim como contra os alemães de cidadania brasileira. Não me estou referindo agora aos artigos de propaganda contra a Alemanha, constantemente repetidos em um setor da imprensa brasileira… Estou-me referindo aqui, sobretudo, ao fato de que o próprio Govêrno Federal e vários órgãos estaduais, não só permitem que uma campanha seja feita contra a NSDAP , ou contra membros individuais do Partido, escolas alemães, etc., mas até a aprovam.”

Medidas tomadas por brasileiros tinham a influência dos Estados Unidos, em oposição à Alemanha, pelo fato dos norte-americanos temerem uma possível influência dos integralistas no governo brasileiro.

A discórdia entre Alemanha e o Brasil, se desenvolveu, a partir do posicionamento dos alemães e de descendentes de alemães que moravam no sul do Brasil. Muitos deles nascidos no Brasil, se consideravam mais alemães que brasileiros, o que agradava a Alemanha, e isso fazia com que muitas vezes o governo brasileiro pedisse explicações ao governo alemão.

A política entre alemães e brasileiros teve um dos grandes desgastes, em 1938, com as prisões de cidadãos alemães no país e a proibição do funcionamento Partido Nazista, que funcionava no Brasil desde 1928. A tentativa de golpe da AIB (Ação Integralista Brasileira), também serviu para dificultar as relações entre os dois países.

Crianças alemães da cidade de Presidente Bernardes (SP) fazendo saudação a Hitler
Crianças alemães da cidade de Presidente Bernardes (SP) fazendo saudação a Hitler

Nesse mesmo ano, o Brasil tomava medidas que consideravam importantes de cunho nacionalista, mas que estremecia suas relações com vários países, onde se dizia o seguinte:

“Os estrangeiros foram proibidos de participar, criar e manter agremiações, fundações e partidos políticos; de hastear ou usar os símbolos da sua pátria; de manter jornais ou outras publicações e, além disso, eram obrigados a falar português. Os professores deveriam ser de nacionalidade brasileira e as escolas existentes nas colônias deveriam ministrar a geografia e a história do Brasil.”

A crise entre Alemanha e Brasil teve como um dos momentos mais difíceis o ano de 1938, onde o Brasil intensificou uma postura nacionalista, na qual os estrangeiros tiveram varias restrições em demonstrar qual seria a sua nacionalidade e seus métodos de vida, na relação com o Embaixador alemão (Karl Ritter), já que o Brasil não desejava a sua permanência no país e nas prisões de alemães em campos de concentrações.

Curiosamente, as relações entre essas duas nações ficaram mais difíceis, no período menos democrático no Brasil, onde foi instaurado o Estado Novo, pois até esse período o país não tinha uma posição clara em relação aos alemães.

As relações do Brasil com os Estados Unidos no governo de Getúlio Vargas dão continuidade as relações na década de 1920, onde houve um grande crescimento entre os dois países. Na década de 1930, mesmo havendo períodos de estremecimento das relações, a afinidade entre eles sempre foi mantida.

A confirmação dessas boas relações acontece com os acordos comerciais do início dos anos de 1930 e a aliança no período da Segunda Guerra Mundial, onde o Brasil concede aos Estados Unidos bases aeronavais em lugares estratégicos para o envio de tropas para o Continente Africano e posteriormente a Europa e para o patrulhamento no Atlântico Sul.

Vargas e Roosevelt visitando Base no RN
Vargas e Roosevelt visitando Base no RN

Enquanto os norte-americanos ajudariam no reequipamento dos militares brasileiros e na construção da Indústria Siderúrgica Nacional. A Entrada da FEB (Força Expedicionária Brasileira) na Guerra, também fez parte desses acordos entre Brasil e os Estados Unidos, pois o Brasil foi o único país da América do Sul a enviar tropas para a Europa.

O Brasil na década de 1930 esperava das relações com os Estados Unidos e a Alemanha o máximo de acordos econômicos com as duas nações. O governo brasileiro desejava aproveitar ao máximo esse período de crise e de dificuldades das Guerras, pois a Alemanha ainda sofria com a Primeira Guerra Mundial e ainda tinha a Crise de 1929, onde todas as nações passavam por dificuldades, para conseguir aumentar favoravelmente sua balança comercial.

O país não desejava em nenhum momento um aumento das relações políticas com a Alemanha, e buscava uma maior autonomia com os Estados Unidos.

Assim, as relações do Brasil com a Alemanha e os Estados Unidos, não podem ser considerada uma “política de barganha”, pois as relações políticas e militares com os Estados Unidos em nenhum momento sofreram risco, ou até mesmo diminuíram a ponto de outra nação superá-la, a condição de principal parceiro do Brasil pelos Estados Unidos nunca esteve ameaçada. O Brasil nunca esteve perto de participar da Segunda Guerra Mundial do lado do Eixo, mas aproveitou-se das condições que estavam sendo colocadas na década de 1930, para conseguir buscar novos parceiros comerciais.

Soldados alemães se rendendo da 232º e 148º Batalhão de Infantaria aos soldados da FEB
Soldados alemães se rendendo da 232º e 148º Batalhão de Infantaria aos soldados da FEB

Poços de petróleo em chamas durante a Primeira Guerra do Golfo

Há 25 anos, o Iraque invadia o Kuwait, e a comunidade internacional respondia com uma grande ofensiva militar. O conflito durou pouco, mas alterou a região drasticamente, abrindo caminho para a radicalização religiosa.

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Em agosto de 1990, a tensão em torno do petróleo chegava ao extremo no Oriente Médio. O então presidente do Iraque, Saddam Hussein, achava que a insistência do Kuwait em aumentar a produção de petróleo não era somente irritante, mas uma provocação.

O governo iraquiano acusava o vizinho de provocar baixas no preço do petróleo no mercado internacional ao vender mais que a cota estabelecida pela Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep). Na argumentação iraquiana, todo o barril adicional que o Kuwait lançava no mercado pressionava os preços.

O Iraque exigia que o Kuwait abandonasse a prática imediatamente. O pequeno emirado ignorou o apelo, e, então, no dia 2 de agosto de 1990, Saddam deu ordens para atacar o vizinho. Em pouco tempo, o emirado estava ocupado.

As Nações Unidas pediram reiteradamente para Saddam retirar suas tropas do Kuwait, mas não houve qualquer reação concreta do ditador iraquiano. Em poucos meses, o ex-presidente dos Estados Unidos, George H. W. Bush formou uma aliança militar internacional e instalou a chamada Operação Tempestade no Deserto.

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Na noite do dia 17 de Janeiro de 1991, a coalizão internacional lançou os primeiros bombardeios sobre Bagdá. Em cinco semanas, as forças iraquianas foram alvo de mais de 100 mil ataques aéreos. No dia 24 de fevereiro, os aliados invadiram o território do Iraque e do Kuwait, sem encontrar resistência significativa.

As tropas de Saddam foram derrotadas em apenas quatro dias. A “mãe de todas as batalhas”, como o ditador costumava chamá-la, marcou o início do fim de seu reinado, que somente se concretizaria 12 anos depois, em 2003, quando as tropas americanas invadiram o Iraque pela segunda vez.

“Bombardeios cirúrgicos”

A Guerra do Golfo é um divisor de águas na história do Oriente Médio. Ao mesmo tempo, abriu um novo capítulo no estilo de cobertura da mídia de confrontos armados. Pela primeira vez, uma guerra era transmitida em tempo real.

A decolagem de caças a partir porta-aviões a quilômetros de distância, as explosões iluminando a noite de Bagdá, os alvos visíveis no computador sendo atingidos por bombas segundos depois. Tudo isso indicava a superioridade militar absoluta dos Estados Unidos. Também fazia parecer plausível, pelo menos de início, a afirmação do general dos EUA Norman Schwarzkopf de que os americanos conduziam “ataques aéreos cirúrgicos”, através dos quais dificilmente a população civil era afetada.

Mas as primeiras impressões foram rapidamente corrigidas. Ao mesmo tempo em que surgiam os tais “ataques cirúrgicos”, apareceu outra expressão até então pouco conhecida – o “collateral da mage” ou “dano colateral” –, que mostrava o lado sujo da guerra, supostamente mais “limpa” devido ao emprego de métodos e instrumentos de alta tecnologia.primeira guerra do golfo.jpg

Radicalização religiosa

O Oriente Médio da época em que o Kuwait foi invadido pelo Iraque era diferente do atual. A maioria dos árabes era imune à incitação religiosa. Saddam sentiu isso na pele ao tentar transformar o confronto contra a coalizão internacional numa guerra santa.

“Convocamos todos os árabes, todos os guerreiros crentes a se engajarem na jihad. Convocamos todos a atacarem as forças do mal, da traição e da corrupção. Esta é a obrigação de todos vocês”, apelou o ditador em 1991. O chamado foi em vão. Os árabes não se impressionaram nem mesmo com a tentativa de impor um teor religioso ao conflito lançando mísseis contra Israel.

No entanto, a Guerra do Golfo e suas consequências transformaram-se em terreno fértil para o fanatismo religioso. O embargo internacional imposto ao Iraque atingiu sobretudo a população, levando-a à pobreza e aumentando sua disposição à radicalização religiosa. “Talvez se voltar a Deus tenha sido uma forma de os iraquianos lidarem com as catástrofes que os atingiram na Guerra do Golfo e depois dela”, escreve o cientista político iraquiano Fanar Haddad.

A miséria, a corrupção política – iniciada já na guerra contra o Irã, de 1980 a 1988 – e os danos ambientais intensificados na investida contra o Kuwait, com poços de petróleo queimando durante meses, contribuíram para uma gradual radicalização do islã no Iraque. O extremismo religioso também ganhou força com a invasão do país pelos EUA em 2003, considerada politicamente injustificada e que mergulhou o Iraque definitivamente no caos.

Também a Arábia Saudita sofreu efeitos colaterais. Para que os EUA conduzissem ataques ao Iraque, o reino saudita colocou aeroportos à disposição dos americanos. Parte das unidades dos Estados Unidos se manteve no país após o fim da Operação Tempestade no Deserto. Isso enfureceu combatentes radicais ligados à Al Qaeda de tal maneira que eles declararam a família real saudita ilegítima. A resistência ganhou força rapidamente, se direcionando também ao Ocidente.

A comunidade internacional mal havia enfraquecido militarmente o ditador Saddam Hussein e já se via tendo que enfrentar jihadistas, que, em nome da religião, propagavam o medo e o terror.

Fonte: DW Brasil

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Joe Bell
Joe Bell
Uma cena emocionante foi registrada no ano passado num subúrbio de San Jose, na California. Diversas pessoas participavam de uma corrida atlética em homenagem ao soldado Pat Tillman, natural daquela cidade, que morreu em ação no Afeganistão.
Quando os corredores passaram pela vizinhança de Rose Garden, estava em sua porta, de uniforme e bibico, o veterano Joe Bell, de 95 anos. Ele acenava para os corredores, até que um deles acenou de volta. Foi então que a vizinha Julia Sulek começou a gravar com seu telefone celular, e algo totalmente espontâneo aconteceu.
Um dos corredores saiu do trajeto para cumprimentar o veterano Bell, dizendo “obrigado por seu serviço“. Aos poucos, mais e mais corredores repetiram o gesto, até que montes de pessoas se enfileiravam para cumprimentar o surpreso senhor. “Nunca havia recebido esse reconhecimento na minha vida“, disse ele. “Me abraçaram, me beijaram e sacudiram minhas mãos. Não sabia que tantas pessoas podiam ser capazes de fazer disso“.
Joe Bell nasceu em 1919 e juntou-se ao Exército em 1942, sendo treinado como paraquedista da OSS, executando missões especiais de demolição na África e Itália. Depois da guerra retornou a San Jose, onde casou-se e teve sete filhos.
Joe Bell faleceu este ano, aos 95 anos, viúvo e morava com um dos filhos. Escutava muito pouco, mas sua mente era muito afiada. Fazia natação quase todos os dias e era figura frequente no Centro de Veteranos local.
O vídeo de Julia tornou-se viral e em pouco mais de 24 horas já havia ultrapassado 1 milhão de visualizações.
Um momento muito bonito, sem sombra de dúvida:

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