Vincent Cochetel foi mantido refém por 317 dias em 1998, enquanto trabalhava para o Alto Comissariado da ONU para os Refugiados na Chechênia. Pela primeira vez, ele relata a experiência – de como era viver em uma câmara subterrânea escura, acorrentado à sua cama, à conversas inesperadas que teve com seus captores. Com lirismo e poder, ele explica por que ele continua seu trabalho até hoje. Desde 2000, os ataques contra trabalhadores humanitários triplicaram – e ele se pergunta o que este aumento pode significar para o mudo.

Confira a palestra abaixo.